O Imenso Adeus de Raymond Chandler

Filmes como L.A. Confidential, Chinatown ou Os Suspeitos do Costume preencheram o meu imaginário durante anos. O género policial noir popularizou-se na segunda metade do século XX, precisamente, com Raymond Chandler, um dos seus maiores percursores. Por essa razão, e sendo eu fã, a leitura d’O Imenso Adeus pecou por tardia.

The Casebook of Sherlock Holmes & His Last Bow de Arthur Conan Doyle

Desde a primeira vez que o vi na televisão, sou fã de Sherlock Holmes. Sendo eu fã de cérebros brilhantes, esta personagem sempre me encheu as medidas. Vergonhosamente, porém, nunca tinha conhecido Sherlock pelos olhos do seu criador, Arthur Conan Doyle. Este foi o ano e a escolha foi acertada: os contos desta coletânea são cativantes, divertidos e, claro, muito inteligentes.

Snack for Read: Muffins de Chocolate e Espinafres

Eu não sei vocês, mas eu adoro ler na companhia de uma chávena de chá e um doce para espevitar. Neste contexto, não posso deixar de partilhar esta receita incrível de muffins de chocolate e espinafres que, não obstante o legume assustador e incompreendido, vai deixar-vos de água na boca.

O Amante de Lady Chatterley de D.H. Lawrence

No início, D.H. Lawrence prometeu um livro fascinante sobre o desejo feminino. Escreveu, com sensibilidade, os primeiros capítulos parecendo entrar, com mestria, nesse puzzle que é a sexualidade feminina.

A Rapariga do Tambor de John le Carré

John le Carré é considerado um dos mestres contemporâneos do género romance de espionagem. O Autor britânico conta já com uma extensa lista de obras publicadas tendo um grande número das mesmas merecido adaptação cinematográfica e televisiva como foi o caso d’O Fiel Jardineiro (2001), O Espião que Veio do Frio (1963), A Toupeira (1974), O Gerente da Noite (1993) e A Rapariga do Tambor que é o livro que me traz cá, hoje.

Dois meses a viver sozinha…

Há pouco mais de dois meses, a minha vida mudou. Enfrentei vários desafios e fiz algo que não imaginei ser capaz, num futuro próximo: arranjei um apartamento para mim, peguei nas minhas trouxas e, com a ajuda da minha irmã e de uma amiga muito querida, levei mais de 20 sacos do pingo doce cheios de livros para a nova morada. E, assim, teve início a vida num qualquer número 7 da cidade de Braga. Ah!

A um deus desconhecido de John Steinbeck

Se há livro que me parece subvalorizado no cômputo daquela que é a obra de John Steinbeck, é o A um deus desconhecido. Publicado em 1933, este romance – de natureza mística – demorou cinco anos a ser escrito tendo sido, para o seu Autor, uma obra assumidamente desafiante.

Pais e Filhos de Ivan Turguéniev

Se me pedissem para definir a minha crença literária, diria: acredito que cada livro tem o seu tempo. Acho que isto da arte tem muito que ver com a oportunidade. A primeira vez que tentei ler Pais e Filhos foi em 2019, numa fase de mudança em que os receios e as dúvidas eram tantas que a mensagem do livro resumia-se a dúvida.

Livros que chegaram cá a casa em abril

Em março, não comprei um único livro. A incerteza causada pela luta contra o Covid-19 e o receio da crise económica, que já se faz sentir, tornaram-me numa consumidora bastante mais cautelosa. Ainda assim, em abril, não consegui resistir a algumas das promoções das editoras portuguesas e à participação na iniciativa Livraria às Cegas, promovido pela RELI – Rede de Livrarias Independentes.