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O Rei do Inverno de Bernard Cornwell: Uma viagem ao mito arturiano

Se há mito que tem alimentado a arte ao longo dos séculos é o arturiano. Filmes, livros, peças de teatro, músicas… a influência é real e palpável, ao contrário da existência do próprio Rei Artur que alguns contestam. Mas. hoje, a existência ou não de Artur acaba por ser um mero detalhe para os milhões de apaixonados pela lenda.

Policiais e Thrillers? Onde? Aqui e são os meus favoritos de sempre!

Quem segue a @portasetenta no Instagram já se deve ter apercebido que dois dos meus géneros literários favoritos são o romance policial e o thriller. Adoro crimes! (Este entusiasmo certamente que vos assustou, mas juro que é só no papel… pelo menos até ver).

A Genialidade d’Os Irmãos Karamázov de Fiódor Dostoiévski

Os Irmãos Karamazov é um dos livros mais grandiosos que eu já li. E não digo isto de ânimo leve porque já li, de facto, livros enormes. Nenhum tão existencialista quanto os Irmãos Karamazov, mas com reflexões igualmente intrigantes.

Porque Agatha Christie nunca falha: Anúncio de um Crime

Certa manhã, os pacatos habitantes de Chipping Cleghorn são confrontados com um inusitado anúncio anónimo que dá conta de um homicídio a ter lugar em local e data definidos. Todos são convidados a assistir num evento que se revela imperdível. Ninguém sabe quem será a vítima ou o motivo para tão drástico ato. Alguns acreditam que é uma partida, outros temem que esta seja a resposta a segredos há muito guardados. Chega o momento do crime e todas as luzes se apagam.

Levaram Annie Thorne de C. J. Tudor

Surpreendente. É o que me apraz dizer sobre Levaram Annie Thorne de C. J. Tudor. Trata-se de um thriller muito ao estilo de Stephen King com uma atmosfera que junta elementos típicos dos policiais, elementos sobrenaturais e uma pitada de drama potenciado provincianismo típico das cidades pequenas. A narrativa é intrigante, desde a primeira página.

A Casa (Extraordinária) de Emma Becker

Durante dois anos, Emma Becker, uma jovem escritora francesa, prostitui-se em Berlim trabalhando num bordel ao qual chama casa. A sua experiência deu origem ao romance A Casa, uma partilha poderosa que potencia pertinentes reflexões sobre a mulher e o seu papel na sociedade contemporânea.

Terna (ou Poderosa!) é a Noite de F. Scott Fitzgerald

Publicado em 1934, Terna é a Noite foi considerado pelo próprio Fitzgerald como o seu melhor romance. O mesmo foi escrito numa fase muito conturbada da vida do Autor, pouco depois do internamento da sua esposa, Zelda, num hospital psiquiátrico, alegadamente, diagnosticada com esquizofrenia. Pouco depois, Fitzgerald arrendou uma propriedade e escreveu a história de Dick Diver, um psiquiatra promissor, cuja vida sofre uma reviravolta ao casar com Nicole Warren, uma paciente de um colega seu, diagnosticada com esquizofrenia.

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